Segunda Dezembro 22 , 2014
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Notícia

Chevrolet revela o Trax, o rival do novo Ford EcoSport

Modelo derivado do Buick Encore será apresentado em setembro, no Salão de Paris.

Chevrolet Trax chega ao Brasil em 2013

A categoria dos SUVs compactos e de apelo popular está em alta no mercado global. Montadoras de todas as partes se mexem para fazer frente a nova geração do Ford EcoSport, que promete balançar o segmento a partir do segundo semestre e desta vez não só restrito ao Brasil e países vizinhos. A GM, por exemplo, acaba de mostrar o Chevrolet Trax, o modelo derivado do Buick Encore, lançado este ano em Detroit.

Sem revelar informações sobre o produto, a marca apenas confirma o lançamento do veículo para o Salão de Paris, em setembro deste ano.

A revelação da marca também descarta o nome “Enjoy”, que vinha sendo especulado pela imprensa internacional para nomear o jipinho da Chevrolet. A montadora também confirmou que o veículo será oferecido em mais de 140 países ao redor do globo, sendo México e Canadá os primeiros a receberem o novo produto: a estreia nesses mercados está marcada para o último quadrimestre deste ano.

Conhecido no Brasil como “mini-Captiva”, o Trax também está nos planos da operação nacional da GM, que deve trazê-lo importado do México (isento de impostos) a partir de meados de 2013. O escritório brasileiro da fabricante, entretanto, ainda não confirma a informação.

 

Hyundai ix35 com motor flex
A Hyundai não fez nenhum evento de lançamento ou test drive de seu primeiro modelo com motorização flex no Brasil, o ix35, que agora pode ser abastecido tanto com gasolina como etanol. Mas bastam alguns minutos em frente a televisão para você ver o anúncio da marca sul-coreana dizendo que “aperfeiçoou a perfeição” e que o modelo tem a “melhor tecnologia flex do mundo”. Propagandas à parte, o fato é que o novo ix35 flex chegou às revendas Caoa do Recife e está sendo comercializado com preço de R$ 90.250 para a versão manual e a partir de R$ 99 mil com câmbio automático.
Modelo lançado em2010 revolucionou o segmento como design chamado
Modelo lançado em 2010 revolucionou o segmento como design chamado "escultura fluida".A partir de agora, todas as versões do ix35 vendidas no Brasil passarão a ter o motor 2.0 flex de 16 válvulas ciom duplo comando de válvulas variável (CVVT). Ele é capaz de gerar 169 cv com gasolina e 178 cv de potência quando abastecido com etanol. O torque é de 20 kgfm (gasolina) e 21,4 kgfm (etanol) a 4.700 rpm. Além do novo motor, a Hyundai passa a oferecer na versão top de linha do ix35 o controle de declive, que auxilia o condutor em descidas com grande inclinação e em terrenos de baixa aderência. Para acionar o sistema basta dar um toque no botão no painel.
Toyota Corolla XRS: versão apenas com visual esportivo


As principais mudanças estão no visual interno e externo, que, segundo a marca, foram utilizadas para alcançar um público mais jovem (entre 35 e 45 anos) do que os atuais consumidores do sedã. Para repaginar o visual do Corolla, a Toyota aplicou spoilers frontais e traseiros, além das saias laterais e da nova grade com friso único. Os faróis com máscara negra também dão um ar esportivo, junto com as novas rodas em cinza chumbo. Porém, esse arrojo acaba por aí.

No interior, o visual sempre sóbrio do três volumes foi substituído por bancos de couro com costuras vermelhas. O volante do Corolla também passou por uma reestilização e ganhou uma pegada de carro de corrida. Também existem aletas atrás do volante para a troca de marchas.

O motor 2.0 16V continua o mesmo da versão XEi, despejando 153 cv com etanol e 142 cv abastecido com gasolina. Pode ser o suficiente para o Corolla, mas é pouco para uma suposta versão esportiva. Além disso, o câmbio automático de 4 marchas acaba com qualquer agressividade e (obviamente) mudanças visuais não mudam o desempenho de nenhum carro. Segundo a Toyota, o Corolla XRS faz de 0 a 100 km/h em 11,8 segundos com gasolina.

 Os carros serão oferecidos nas cores preto e prata, segundo Frank Peter Gundlach, Diretor Comercial da marca, o mix de vendas será dividido entre 20% e 80%, respectivamente. Não há informações sobre a quantidade de carros que a marca oriental pretende vender durante o ano.

Nova S10 dá salto triplo à frente da primeira geração

Mais próxima da rival Hilux, picape da Chevrolet é a nova bola da vez do segmento

Nova S10 2012

Já deu para perceber como faz tempo que a atual S10 está entre nós. Quanta coisa vivemos nesse meio tempo, quantas mudanças aconteceram, menos na picape da Chevrolet, que andava prestes a entrar para o clube da Kombi, a encarnação motorizada de Oscar Niemeyer. Mas, 16 anos depois, a S10 mudou e de forma radical. Afinal, não havia como manter nada de um projeto tão antigo. Ou seja, esqueça qualquer comparação entre as duas gerações. Como era de se esperar, os executivos da montadora só viram pontos positivos em deixar um produto tão envelhecido no mercado, afinal ela liderou o segmento durante esse tempo. Agora, que existe um veículo genuinamente moderno, faz todo sentido para eles brindar os consumidores com uma picape capaz de rivalizar com a precursora da onda dos utilitários potentes, mas confortáveis.

Aliás, não só a nova S10 ocupará todos os nichos da antiga como estreará em novos. Isso porque a picape oferecerá transmissão automática pela primeira vez, uma caixa de seis marchas com opção sequencial. Além dela, a mais cara da linha, haverá versões cabine simples e dupla, com tração 4x2 e 4x4, câmbio manual, motor flex e diesel. Nesses dois últimos casos, versões mais fortes e econômicas que antes. A marca acredita que venderá cerca de 4 mil unidades da nova S10 por mês, mas, diferentemente da divisão quase exata entre as comercializações de modelos flex e a diesel, acredita-se que a segunda opção citada conseguirá ter mais vendas. O motor flex é uma evolução do 2.4 anterior, que mantém os 147 cv com etanol e 141 cv com gasolina, mas oferece mais torque. Já o motor 2.8 turbodiesel é uma nova geração, conhecida como Duramax no exterior, mas que aqui ganhou o batismo de CTDI e é produzido em conjunto com a empresa MWM. Com 180 cv de potência e 47,9 de torque máximo, é considerado pela GM o mais forte nesse sentido. O propulsor utiliza um turbo de geometria variável que se traduz numa oferta de potência e torque mais homogênea em qualquer rotação. A montadora também trocou o câmbio manual de cinco marchas e trouxe uma inédita caixa automática de seis marchas, que consegue desempenho superior ao da versão “mecânica”.

Veja o novo EcoSport

Novo EcoSport: ao contrário do primeiro, modelo será vendido em cerca de 100 países

Melhor ao vivo. É assim que o novo EcoSport pareceu ao ser revelado nesta quarta-feira, 4, em Brasília. O conceito é, na verdade, uma maquete do carro, bem feita, mas sem detalhes do interior - em seu lugar há apenas "isopor" com traços do painel do New Fiesta.

O crossover lembra em alguns ângulos o ix35 e em outros, como a frente, o Edge, mas não tenham dúvida: ele vai agradar em cheio ao público e tirar um pouco do brilho momentâneo do Duster, que anda batendo na atual geração do EcoSport. iG Carros produziu as fotos abaixo que mostram algumas novidades do modelo.

Segundo a Ford, o conceito é 99% igual ao carro de série, apenas os faróis serão mais simples e cada versão terá alguns detalhes próprios. Ou seja, nada de luzes de leds, mas a grade, lanternas, estepe e rack são esses mesmos. O entre-eixos do EcoSport agora é o mesmo do New Fiesta com quem compartilha muita coisa. Em outras palavras, o jipinho cresceu um pouco e oferecerá mais espaço interno e porta-malas mais amplo. Por falar nele, a tampa continua abrindo de lado, uma solução prática no dia a dia. A maior sacada é a maçaneta, embutida na lanterna direita no Brasil.

O carro também será mais veloz e silencioso que o anterior, além de receber materiais de melhor qualidade, como adiantou João Marcos Ramos, designer-chefe do projeto. Se guardou mais informações para depois, ao menos a Ford garantiu que o novo EcoSport estreará mundialmente no Brasil por uma questão de respeito.

Novo EcoSport: ao contrário do primeiro, modelo será vendido em cerca de 100 países

 

 

Bridgestone cria pneu com nova tecnologia

Nova Tecnologia em Pneus         

Divulgação

Bridgestone cria pneu sem ar  Tecnologia é baseada no uso de resina termoplástica

 

A fabricante de pneus Bridgestone apresentou em Tóquio, no Japão, seu mais recente projeto: pneus que não necessitam de ar em seu interior. Feitos com material 100% reciclável, os pneus utilizam uma mistura de resina termoplástica para funcionar. Esse material fica disposto em raios com curvaturas bem definidas, e, assim, os pneus tornam-se aptos a suportar a pressão elevada exercida pelo carro e por irregularidades da via. 
Além de ser "ecologicamente correta'', a novidade oferece mais segurança à condução, uma vez que impede qualquer tipo de furos, diminuindo o risco de acidentes (e eliminando o uso de estepes). 
A conceito já havia sido apresentado pela Michelin, em 2007. Em nota, a Bridgestone informou que os pneus revelados anteriormente não podiam ser fabricados em massa e que intenção da empresa é colocar os novos pneus no mercado. Não há informações sobre quando a tecnologia estará disponível para os consumidores.

 

Novo Honda Civic

Modelo ficou mais caro na versão de entrada. Meta da marca é vender 4 mil unidades por mês

Jair Oliveira 
Carros/Portal IG

  Foto: Ricardo Meier /Compartilhar:

Honda Civic 2012: parece o antigo mas não .A Honda divulgou nesta última quinta-feira (01) os preços da nova geração do Civic. Conforme avaliado por iG Carros, o sedã médio ficou mais comportado, mas em compensação ficou mais econômico e passou a oferecer mais equipamentos de conforto.

Em comparação a oitava geração, a versão de entrada teve um aumento de 3,5%, passando a ser comercializada a partir de R$ 69.700, ante os R$ 66.660 pedidos anteriormente. Em contrapartida a versão topo de linha, EXS com câmbio automático, teve seu preço reduzido e agora custa R$ 85.900.

Entre os itens oferecidos para o sedã, destaque para o sistema multimídia com tela de 6,5” que concentra informações sobre GPS, áudio e reprodução da câmera de marcha ré – este último substitui os sensores de estacionamento – e para o botão ECON que faz o carro ficar mais “contido” em troca da economia de combustível.

A Honda espera vender 4 mil unidades do carro por mês, volume que hoje só é atingido pelo líder do ramo e principal concorrente do novo Civic, o Toyota Corolla. Segundo a montadora, os preços divulgados já contemplam pintura metálica ou perolizada e frete.

Pintura metálica dá lugar ao adesivo fosco

Acessível, envelopamento de veículos cresce no Brasil. Saiba como é feita a aplicação e quais são seus prós e contras

Jair Oliveira/Reportagem e Fotos/Compartilhar:
Ig/Carros/Serviços

Antes raros, os carros “envelopados”, que exibem uma espécie de pintura fosca, já estão virando uma visão comum nas ruas brasileiras. Relativamente barata, a técnica consiste em aplicar um adesivo na carroceria do veículo ou em parte dela.
 
Surgido nos Estados Unidos, o envelopamento – ou plotagem, como preferem os profissionais do meio - tinha o intuito de proteger a pintura original da lataria, mas acabou caindo nas graças dos amantes de personalização por oferecer um visual mais arrojado e descolado além de permitir mudanças de visual com mais facilidade do que a pintura tradicional. Em pouco tempo, a técnica se expandiu para outros mercados como o europeu e há aproximadamente dois anos chegou ao Brasil.
 
iG Carros foi conferir como funciona o serviço e quais suas vantagens. Segundo Paulo Surya, dono da empresa Preto Fosco, uma das mais conhecidas do setor, “houve uma crescente demanda por parte dos consumidores, que procuram o serviço mais por questão de design”. No começo eram envelopadas poucas unidades e o veículo mais comum era a picape L200, da Mitsubishi. Hoje são “encapados” em média 90 carros por mês nas quatro lojas da rede, sendo que os carros da marca Hyundai, sobretudo o hatch i30 e o novo Veloster, são os que mais aderem à moda.

 Há pouco tempo começaram a surgir clientes que optaram por outras cores como o branco e também adesivos que imitam texturas como a fibra de carbono. Nesse caso, muitos donos preferem adesivar apenas o capô e o teto do veículo, por exemplo.
 
“No exterior, a tendência é envelopar o carro contrastando dois tons de adesivos, por exemplo, preto na parte superior e branco na inferior”, diz Marcelo Sousa, da empresa Plásticos Alko, primeira fornecedora brasileira de películas para plotagem. “Algumas montadoras no Brasil, inclusive, já nos procuraram pensando em disponibilizar esse acabamento em versões especiais de seus carros”, completa.
 
Demonstração in loco
 
O processo de aplicação é simples. Antes de tudo o carro tem que ser lavado com água e sabão neutro, depois a área que receberá o aplique precisa ser medida e o próximo passo é parecido com um encapamento de um caderno: coloca-se a película polimérica por cima do carro e um profissional usa uma espátula apropriada para aplicá-la aos poucos.
 
Após “esticar” o adesivo, usa-se um secador para fixá-lo na lataria. Uma aplicação completa pode levar de dois e quatro dias para ficar pronta e o valor pode variar entre R$ 800 a R$ 5 mil, dependendo do tipo de veículo.
 
Além disso, pudemos comprovar que a película realmente consegue evitar danos à pintura. Durante a demonstração da Preto Fosco, uma parte da estrutura do estande da empresa na feira X-Treme caiu sobre o capô do Pajero que estava sendo adesivado. A peça arranhou o adesivo, mas a lataria do veículo ficou intacta.
 

Hyundai Elantra

Mitsubishi Pajero após ser envelopada novamente devido um pequeno acidente ocorrido no estande da empresa Preto Fosco

Um dos temores comuns de quem pensa em aderir ao envelopamento é o risco de estragar a pintura após retirar o adesivo – que tem vida útil de dois anos. “Se a pintura for original de fábrica não há com que se preocupar”, garante Surya.
 
Já no caso do envelopamento parcial do carro, a história é outra. “Como a parte descoberta ficará exposta ao sol é normal que a pintura fique com um tom diferente”, explica Sousa.
 
Outra coisa importante é referente à qualidade dos adesivos. Segundo o diretor comercial da Alko, há no mercado algumas marcas de má qualidade que causam problemas na hora de remover a película ou que podem danificar a pintura. “Preferimos a marca Mactac, importada da Bélgica”, diz Vinícius Martins, funcionário da loja Status Envelopamento. A Preto Fosco também usa a Mactac e também o material produzido pela gigante 3M.
 
Nunca é demais lembrar que a aplicação de película deve obedecer a cor original do carro, caso contrário você poderá ser multado em R$ 127,69 além de perder cinco pontos na carteira de habilitação. Para quem pretende usar outra cor será necessário dar entrada no Detran de sua cidade para alterar o documento, desde que a aplicação cubra mais de 50% da carroceria.

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